Muitos esquecem que as palavras têm poder. Esquecem que são tão poderosas, que podem doer muito mais do que um tapa, ou um tombo. Muitos esquecem que as palavras saem da boca, pairam no ar, e não voltam...
Esquecem também, que de tão rudes as atitudes tomadas, formam feridas dentro que demoram (e muitas vezes ficam ali) para se cicatrizar. Ninguém vê, mais se sente.
É muito fácil jogar meia dúzia de palavras cheias de ódio, o difícil é para quem as ouve, digeri-las e continuar sorrindo, mesmo assim. Aprendi com o tempo, a técnica de sorrir, forjar um sorriso meio-termo e continuar ouvindo o som do silêncio.
O problema é que o automático, às vezes, falha. O sorriso pode se transformar em lágrima, e então, sair do meu controle (...) e quando isso chegar, não estarei mais aqui.
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