Na calada da noite, procuro teus olhos.
Tudo tão indiferente, tão igual… Tão monótono. Me falta você.
Luzes piscando (…) inspiro o doce cheiro de nada. Procuro o teu perfume. Mas afinal, cadê você?
Na calada da noite, de ruas tão sozinhas, de ventos tão frios… Eu ouço o teu nome.
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